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Arquidiocese de Santa Maria ordena novo Diácono Permanente

João Gioda Angonese será ordenado na Basílica da Medianeira



Sob a imposição das mãos e oração consecratória de Dom Leomar Antônio Brustolin, no dia 3 de abril, às 10 horas, na Basílica da Medianeira, João Gioda Angonese entrará para o quadro de Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Santa Maria. A comunidade da Basílica é convidada para este importante momento de acolhimento de mais um membro do clero local, assim como todos os fiéis da arquidiocese. A celebração será transmitida pelas redes Sociais da Arquidiocese e da Basílica.


João Gioda Angonese, nasceu em Nova Esperança do Sul, no dia 12 de março de 1950 e chega ao diaconato após trilhar um percurso que iniciou com a indicação de sua comunidade, a paróquia Basílica da Medianeira de Todas as Graças. Após a indicação, o pedido foi acolhido por Dom Leomar, arcebispo metropolitano. Realizou sua Formação Diaconal na Escola de Diáconos da Arquidiocese e em sua formação já lhe foram conferidos os ministérios do Leitorato e Acolitato.



Saiba mais sobre o Diaconato:

De acordo com o número 1570 do Catecismo da Igreja Católica (CIC): “Os diáconos participam de modo especial na missão e na graça de Cristo (56). O sacramento da Ordem marca-os com um selo («carácter») que ninguém pode fazer desaparecer e que os configura com Cristo, que se fez «diácono», isto é, o servo de todos (57). Entre outros serviços, pertence aos diáconos assistir o bispo e os sacerdotes na celebração dos divinos mistérios, sobretudo da Eucaristia, distribuí-la, assistir ao Matrimónio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho e pregar, presidir aos funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade (58).”

Assim, o diácono permanente passa a ser um membro do clero. E como tal, em por atividades servir a comunidade, servir ao Altar, anunciar a Palavra e ser vinculado especialmente ao Arcebispo.


Formação diaconal na Arquidiocese:

A Arquidiocese de Santa Maria mantém a Escola de Diáconos, sob coordenação do Pe. Alison Valduga, SAC. A escola atende a toda a Província Eclesiástica e funciona através de módulos, desta forma, os interessados podem ingressar em diferentes etapas.

A formação tem duração de dois anos e propicia estudos básicos de teologia, história e vida da Igreja, a ação do diácono na comunidade e na Igreja.


Quem pode ser Diácono:

O Diácono deverá ser indicado por uma paróquia, comunidade ou escolhido pelo arcebispo a partir de sua atuação na comunidade e sua vivência na Igreja. Podem ser casados e ter 35 anos completos.