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Maria na arte e Medianeira foram as apresentações do Dr. Renato Machado e do Padre Enio Rigo


No encerramento do segundo dia de Simpósio, momentos de bastante significado e que tocaram ao público de maneira muito profunda, por ser uma obra reconhecida pelos brasileiros, O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, foi o tema do Dr. Renato Machado. O palestrante lançou mão de diversos recursos audiovisuais para ilustrar sua apresentação. Os recortes de imagens e vídeos colaboraram de maneira eficaz para os presentes pudessem compreender Maria como aquela que entende as dores e dificuldades do povo. E, também, ao mesmo tempo é aquela que nos dá a certeza de que não estamos sozinhos, que ela intercede por nós junto a seu Filho. Essa intercessão é clara na obra em estudo e claramente explorada pelo conferencista. Dr. Renato mostrou o quanto Maria, mesmo na arte, se apresenta como uma mãe próxima que entende as dores, dificuldades e misérias do povo e que está sempre com os homens, através de gestos de amor, muitas vezes não são reconhecidos pela humanidade.



Encerrando a maratona de apresentações, na manhã do dia 23, com o tema: Medianeira da Graça: Mariologia e Sinodalidade, assessorado pelo Ms. Pe. Ênio José Rigo com mediação da Profa. Dra. Marta Rosa Borin, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Padre Enio iniciou destacando a presença e importância da Mãe Medianeira para a Sinodalidade da Igreja e contextualizou no decorrer de sua fala como nasceu a Diocese de Santa Maria e como Nossa Senhora Medianeira de todas as Graças tornou-se conhecida, amada e celebrada em nossos dias. Contou sobre o Hino que hoje cantamos a Nossa querida Mãe, escrito por Dom Aquino com a contribuição na melodia do Padre Jorge Zanchi. O Simpósio foi encerrado com todos a uma só voz cantando para a Mãe Medianeira


Texto: Seminarista Matheus Bernardi e Ir. Aline Moreschi, CSAC