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Encontro de Assessores, Articuladores e Comunicadores do da Juventude do Regional Sul 3.



Durante os dias 12 e 13 de março ocorreu no Instituto Magnificat, em Santa Maria, o Encontro do Serviço de Evangelização da Juventude do Regional Sul 3. Participaram os representantes de 10 das 18 Arqui/dioceses do Estado do Rio Grande do Sul: Arquidiocese de Porto Alegre, Diocese de Osório, Diocese de Caxias do Sul, Diocese de Montenegro, Diocese de Santa Cruz do Sul, Diocese de Cachoeira do Sul, Diocese de Cruz Alta, Diocese de Santo Ângelo, Diocese de Uruguaiana e da Arquidiocese de Santa Maria.

A ação marca a retomada das atividades presenciais, frente a realidade e dificuldades impostas pela pandemia da COVID-19, e teve como intuito realizar um diagnóstico mais profundo das realidades juvenis nas Dioceses, fortalecer o serviço de evangelização da juventude a nível regional e diocesano, de revisão, reformulação e construção coletiva dos objetivos e metas da ação evangelizadora.


Para conduzir esse processo, se fez presente a equipe de formação do Eaí? Tchê, que conta com jovens das Dioceses de Rio Grande, Pelotas, Osório, Caxias do Sul, Santa Maria e com o Pe. Neilor Schuster da diocese de Montenegro e Dom Darlei Arquidiocese de Porto Alegre, referenciais do serviço no Regional Sul 3. Ainda no processo de assessoria, foi possível contar com a presença de Dom Leomar Antônio Brustolin, arcebispo desta diocese, que preparou um momento acerca da Campanha da Fraternidade 2022 - Fraternidade e Educação.


Apoiados pelo setor juventude de Santa Maria, seu assessor eclesiástico Pe. Clécio Almeida que está participando do encontro e da Legião de Maria e sua juventude que acolheu o encontro na sua casa de retiros na cidade.


Iluminados pelo evangelho de Jesus Cristo segundo João 8, que narra o encontro de Jesus com a mulher que seria apedrejada. Jesus é colocado em uma cilada para ser testado e terem um motivo para sua condenação. Mas com olhar atento, realizou a escuta, fez diagnóstico da realidade e indicou um caminho. Para que cada um olhasse para a sua condição antes de proferir julgamentos, mas mais que isso, deu uma resposta para que percebessem que a evangelização não perpassa pela criação de regras, fiscalização de erros alheios, mas por aqueles que assumem de fato o seu papel na construção coletiva dos processos, evangelizar é viver o Evangelho e fazer desse testemunho o verdadeiro chamamento da Iniciação à Vida Cristã, como um percurso de vida vocacional.


Texto: Arnaldo Martins Nichelle / Comunicação Setor Juventude

Foto: Divulgação